terça-feira, 6 de maio de 2008

Quanto vale um «Recurso» ? e se for «Humano»?


Uma multinacional portuguesa com carteira de clientes/projectos absolutamente notável teve a atitude simpática de pedir a um Prof. Catedrático da nossa praça que procurasse um candidato (M/F) susceptível de ser seleccionado para o posto de trabalho, assim configurado:


Serviços:
- Relacionamento com Mercado (universidades, laboratórios, fornecedores, etc.);
- Gestão do conhecimento tecnológico (vigilância de conhecimento emergentes e gestão de plataformas de comunicação (sites, newsletter, biblioteca, revistas);
- Gestão de projectos ligados à tecnologia;
- Desenvolvimento de competências técnicas (actualidade técnica, formação, e-learning).

O perfil dos interessados deverá preencher esta grelha de competências:
- Formação complementar em gestão do conhecimento;
- Formação base em áreas de gestão, psicologia ou outras que abarquem esta temática;
- Conhecimentos em informática (internet, e-learning, comunicação digital);
- Disponibilidade para a mobilidade (nacional e internacional);
- Dinamismo e motivação para trabalhos em equipa;
- Capacidade de comunicação;
- Criatividade.

As respostas deverão ser endereçadas para
Bzbzbzbz@bz.pt até dia 12 de Maio, 10 horas.

Imaginem os meus aleatórios leitores (M/F), que vos passa pela cabeça a ideia peregrina de que as nossas universidades/politécnicos entregam profissionais com características bastantes, para satisfazer esta necessidade concreta do mercado.
Ajudem-me…
Que graduação? Curso? Escola? poderiam fazer parte da grelha de selecção???

1 comentário:

Regina Nabais disse...

Olá Alexandre,
Penso que se estão a referir aos RAR (resultados de aprendizagem) dos formandos estagiários do pós-pós-pós-pós Doc (não gago...)no MIT, mas DAQUELES LEGÍTIMOS, e não aquelas outras formações tipo zircónio.

Tente não ser malévolo.

Errei? Pronto, 'tá bem, era o mais certo!
Abraço,