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sábado, 17 de maio de 2008

Novos veículos: Mentira Segura



Onde digo digo, não digo digo, digo diogo…
Esta é uma história mil vezes repetida em que a Democracia, felizmente, impõe aos políticos jovens de 44 anos como Passos Coelho ou seniores como Maria de Lurdes, chegarem-se mais para o lado da verdade.
António Aleixo escreveu um dia uma quadra que dizia assim:

P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade,
tem que trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.


Um dia destes começou a circular pelos Blogs + emails, uma série de queixumes em que se afirmava que os verdadeiros financiadores do Programa Novas Oportunidades não eram, nem Durão Barroso, nem Hugo Chavez. Os únicos financiadores, os verdadeiros, os autênticos eram os pobres dos formadores!

Afinal sempre vale a pena colocar a «Ratazana» perante factos sem apelo nem agravo.
Se, suficientemente torturada, a «Ratazana» confessa. Confessa o crime e vai sempre mais longe: denuncia os cúmplices, «Cabeça Branca» e «Olhar contra a Nação».

Peço perdão por falar assim, mas estou num compromisso metafórico, que não me deixa chamar os Bois e as Vacas pelo nome próprio. Que querem? É a vida!

NOTA Post-scriptum

Então e o que é que disse o jovem PSD? Dize lá o que é que ele disse?
- Que para evidenciar experiência desta, era preferível não demonstrar experiência nenhuma.
Fora isso, está tudo bem!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Chama a Judite!


Hoje a seguir ao TJ, vamos falar de uma arte que extrai conclusões de dados imperfeitos. Quem quer que esteja «apertado» neste imenso Portugal, chama a Judite e as coisas melhoram. A Judite está treinada para obter informação a partir de dados enunciados, ou melhor fabricados, com o propósito de obter um efeito multiplicativo com ponto de partida em números acerca de situações que eles representam.
Algumas destas técnicas são surpreendentemente simples de aprender e usar, mesmo por políticos e jornalistas, pese embora o facto de ser a teoria matemática que explica como é que isto trabalha.
Estamos a falar de Aritmética Política!
Sim senhor, falamos da arte de fazer inferências e desenhar conclusões a partir de dados imperfeitos, como são os do Ministério da Educação Inferior.
Os valores são de facto imperfeitos, mas cá em casa, temos suficiente experiência para sermos capazes de partilhar convosco informação útil sobre estas tretas sem que seja preciso contar toda a história.
Divirtam-se!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Praticar Ambientices



Hoje, ainda bem, que alguém se lembrou destas coisas. Lembrou-se o ‘
Criancices’, lembrou-se o ‘do Fundo da Comunicação’ e lembraram-se muitos outros.
Não é que eu seja muito de «dias comemorativos» sou até hiper-super-individualista e todos os dias são dias de muito eu. Que me seja perdoado este enviesamento, pela muita certeza que consolidei e que me diz que só eu, apenas eu, me interesso por este invólucro que por aqui anda.
Recupero a ideia chave do comentário que deixei no sítio da nossa amiga RS:
«É preciso pôr as escolas e a miudagem a praticar e a divulgar AMBIENTE»
Não é uma coisa nova, não senhor. Não dá votos aos (maus) Governantes assim do pé pr’a mão, também pode ser uma meia verdade, mas não temos outra saída. Vejam a alegria que era aquele excelente postal de comunicação que a PontoVerde mandava para o ar nas televisões deste imenso Portugal, com os miúdos a explicar a separação do lixo.
As grandes e definitivas campanhas de mudança destas terras descrentes e abandonadas a quem quase já só deixam os estapafúrdios entusiasmos do Guiness, podem muito bem, ficar concentradas nesta ideia de voltar a criar grupos de activistas do ambiente nas nossas escolas EBs. Expliquem aquela gente culta, maioria dos quais quasi-doutores, que se agrupa à volta da doutora Lurdes, Valter & Associados, o quanto esta massa amorfa de Portugueses ganharia, se fosse possível voltar a ter professores no básico e no secundário com horários e projectos reconhecidos oficialmente, não apenas nos horários de substituição mas também na agenda semanal, com actividades e tarefas exclusivamente orientadas para o ambiente.
Carago! Isto é assim tão difícil que seja preciso ser doutor para perceber?!

Já agora...

Experimente deixar uma bolota (está na imagem) num vaso com um palmo de terra junto a uma janela da sua cozinha. Com um pouco de sorte um destes dias terá por lá um carvalho - se é que não pertence já ao nome da sua família - experimente (também pode nascer uma azinheira...).

sábado, 15 de setembro de 2007

Alguém sabe o que é um «espanta-espíritos»?




Confesso a minha proverbial ignoranza. Fui despertado para a coisa, por uma filha minha, ensinadora de aritmética e matemática a miúdos algarvios a quem teve de ensinar, primeiro que tudo, que os sinais operatórios existem e têm significado próprio.
A Luísa quis que a ajudasse a lucubrar uma série de aventuras que funcionassem como espantadoras dos espíritos juvenis e que lhes fizessem o tal clique capaz de motivar arte e engenho, sobretudo para efectuar operações de divisão. Espantado fiquei eu, cabecinha pensadora, que tinha por definitivo que os Portugueses já nascem assim, com uma espécie de sentimento inato para a divisão. Errado! Viu-se no coro socástico com que se defendeu o mítico Felipão. Já lá diz a cantiga do TOI (ou será TOY?) … se tens problemas, chama a Judite, chama a Judite.
Porque hoje é Sábado, dei uma volta pelos blogues dos amigos e conhecidos.
Fui ver a poesia das palavras e das imagens com que a Lucília povoa o seu
Conversamos?, passei a pente fino o De Rerum Natura e fiquei logo ali. Esqueci a promessa que anda aqui entre página e página de recuperar de cabeça (bom exercício contra a chegada do Alzheimer) uma conversa recente com César Nombela – faço um parêntesis para divulgar (à moda do carola vaidoso) que escrevo várias coisas ao mesmo tempo – não conseguindo deitar fora a foto reproduzida por Carlos Fiolhais, de um primeiro-ministro benzido + uma ministra ungida + uma porrada de histórias que me chegam de professores colocados no ensino inferior para ensinar matemática, sem terem turmas atribuídas, sem trabalho estruturado, sem desenho de programa de actividades, sem liderança disciplinar na escola, ao abrigo de uma coisa fantasmagórica que se chama qualquer coisa Integrado + qualquer coisa Substituição + qualquer coisa de Apoio + a desgraça deste país de picaretas falantes.

A família Rodrigues (M.ª João + Lurdes) é conhecida pela sua expertise em Estatísticas. O plural não cai aqui do Céu. Uma das senhoras mexia nas folhas de Excel que regulavam os números do desemprego quando exercia funções de ‘dona’ do Trabalho em Portugal; outra das senhoras, mexe nos números que balizam os progressos da nossa educação inferior, mas também já foi responsável pelos números da mediania da nossa educação superior. Que me não caiam em cima da cabeça os craques da heráldica e dos brasões, como o Sousa Lara do ISCSPU, que dos Rodrigues sabem eles, mas quem sabe do que fazem as Rodrigues, sou eu que sei.
O PM fala desvairadamente do insucesso, dos custos, da propensão a consumir educação e eu humilde, tal qual recorda VM quando diz que sonha em ser homem culto, vou buscar um livrinho para ofertar ao Comandante Sócrates: “A educação ateniense”, escrito por J.J. Barthélemy, muito antes de ter sido inventado o eduquês e de existirem na U.A. o Departamento de Ciências da Educação + o Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa, porque isto aos pares é outra loiça. O livrinho foi editado pela Editorial Inquérito, na colecção «cadernos culturais» e o preço do caderno é de 12$00.
Muito importante para políticos com agendas pesadas: Na página 78, está escrita a palavra FIM. Cada página tem por dimensões 187 x 120 mm. Ou seja, é livro para ler entre duas portagens da A1, ou até no intervalo entre duas bênções da Educação.
Bem hajam, Comandante & Irmã Rodrigues, benzam muito, mas benzam bem!
Post-Scriptum
Isto de recomendar livros ao Comandante tem virtude. Porque não, voltar a reler “A educação ateniense”???
Pág.ª 13: “Os habitantes de Mitilena, depois de terem submetido alguns dos seus aliados, que se haviam separado deles, proibiram-nos de ministrar a menor instrução aos filhos. Entendiam que o melhor meio de os conservar no estado de servidão era mantê-los também na ignorância.
Na definição lapidar de Platão, a educação consiste em dar ao corpo a força e a beleza que deve ter e à alma toda a perfeição de que ela é susceptível. Entre os atenienses a educação começa com o nascimento da criança e dura até aos vinte anos. Esse período não é longo de mais para formar um cidadão, mas não é suficiente pela negligência dos pais que abandonam a tarefa do Estado e da família, primeiro a escravos e depois a mestres mercenários.”
Juro que não fui eu quem escreveu isto. Parece um grafiti nos muros do CCB…

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Será que chega ter um Harry Potter «à portuguesa»???


Dizem os «experts» do Campo das Cebolas que, ao ritmo a que o nosso bem amado Primeiro-Ministro está a distribuir o portátil dos US$100, aí pelo final de 2007 mais de 50% dos que se dizem estudantes, serão possuidores de uma caixa mágica. Lá para 2012, pelo menos 95% destes mesmos, senão todos, estarão equipados a rigor. Os jardins, campos relvados, obviamente, os restaurantes e campus universitários estarão cobertos pela tecnologia de redes sem fio Wi-Fi. Os politécnicos como outra vertente do binário, vão esforçar-se por responder a este avanço dos betinhos, procurando ocupar os espaços ainda vagos, nas colectividades locais e de recreio, instalando pontos de acesso para o maralhal dos bairros populares e malta que começa a trabalhar mais cedo.

A Região Autónoma da Madeira, entre outras, dá os últimos retoques nas várias dezenas de pontos de acessibilidade Wi-Fi a fim de tocar fundo nos estudantes que procuram o Funchal, para aí desfrutarem de um bom fim-de-semana “à Lagardère”. Assim, aqueles que regularmente escolhem as pérolas do Atlântico para recuperar forças perdidas de segunda a sexta, dispõem de ‘hot-spots’ onde se podem conectar gratuitamente ao seu (deles) endereço numérico de trabalho (para um ‘connaisseur’: ao seu V/IP). Este tipo de abordagem, vai continuar na senda do ‘road map’ rumo à sua generalização, por todo um imenso Portugal.

O que mais me entusiasma nesta charmosa antevisão, é a quase-certeza em como, os estudantes, naquele seu infantil-carreirismo tipo tuna, vão seguramente, apropriar-se sem peias, das ferramentas de trabalho colaborativo. Assim sendo, nos cinco anos futuros, deveremos assistir à disseminação do trabalho em modo projecto nas universidades. Aquilo que hoje nos apoquenta por ser uma excepção tornar-se-á na boa regra.

Será que mais para a frente, os alunos ainda vão sair das suas tocas para assistir às clássicas lições?

Ora bem, os cursos exclusivamente à distância, não funcionam senão para 3 a 5% dos privilegiados, o resto do povo precisa mesmo de contacto humano e cheiro a sovaco. A chegada e difusão da ‘banda larga’ favorece a expansão dos ‘Webinars & Webcasts’, mas isso não chega. É preciso, nada mais nada menos que tratar da mistura das sessões presenciais e das aulas virtuais. No meu entendimento, as lições do tipo: «amanhã, a aula é no anfiteatro do Complexo Pedagógico…» vão ser acontecimentos excepcionais, reservados a esta ou aquela conferência de grandes especialistas capazes de criarem, eles sim, acontecimentos relevantes. Esse tipo de lições clássicas, vai desaparecer, em favorecimento dos trabalhos orientados para pequenos grupos (8 a 12 alunos, no máximo). Podemos imaginar, que todo o trabalho pessoal e uma parte do trabalho colectivo sejam efectuados à distância – o que exigirá uma gestão do tempo muito mais séria. Também, à moda de Aalborg (que saudade, saudade, minha terra…) teremos períodos de tempo mais concentrados de muitos meios-dias, em que estudantes e professores se encontrarão, fisicamente, para troca de ideias, confrontar resultados, ver caminhos alternativos,…

Toda a gente parece querer berrar pela anti-mutação das universidades, são hordas e camiões de freios, travões, areia nos rolamentos e outros truques que não deixam esta coisa avançar. Custa ouvir, mas para a maioria que brama pela perda da democraticidade eleitoral do «chefe», ai se eles pudessem, ainda andávamos a discutir entre Ptolomeu, Galileu, Copérnico e o saber da Santa Inquisição. Não chega querer sair da recitação dos textos. A cada um e a cada qual a sua responsabilidade. É preciso não esquecer, que na próxima eleição do reitor ou do presidente, eles deverão (?!) ser capazes de levar à prática uma conduta de mudança eficaz e fazer aderir as suas equipas (?!) a essa mesma perspectiva de actuação. Óbvio, no mundo universitário, a imposição nunca funcionou. Esta adesão dos professores, sejam ou não de carreira, ao princípio da mutação é factor crítico que fará do reitor ou do presidente, um vencedor. A não ser assim, continuaremos a ter por aqui e por ali, nada mais do que uma plêiade de empatas...

Mesmo que o povo ande por aí a dar ‘xutos e pontapés’ nos OLPCs de US$100.


segunda-feira, 30 de julho de 2007

Plano Tecnológico do Ministério da Educação Inferior

Clicar na imagem para ampliar as ideias, os métodos e as técnicas!

quarta-feira, 25 de julho de 2007

INTERACTIVE BOARD



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terça-feira, 24 de julho de 2007

Another Brick in the Wall




Esta é uma canção que tem servido de símbolo a perigosos radicais europeus, também africanos, desde o último terço do século XX, mas que à falta de melhor, continua a dar cor e vida ao caminho do maquis.
Fui buscar a música e estou em cima dela desde que me chegou a última mensagem do grupo Lurdes, Walter & Associados. Simpáticos e urbanos, como sempre, nada a assinalar por esse lado do Reino da Dinamarca.
Como em qualquer sociedade desenvolvida e esclarecida, pudemos todos assistir, via SIC ou RTP1, à apresentação do filme «tenho-um-quadro-interactivo-na-sala-de-aula», na senda dos melhores filmes publicitários que nos vêm chegando desde a cidade grande , cumprindo escrupulosamente o bem gizado Project Management do Governo Definitivo.

Humildemente, tive a desfaçatez de infiltrar uma pergunta subversiva (é claro) no meio do bloco em branco de um dos jovens (mas promissores) jornalistas que assistiam embevecidos ao espetaculo (nova ortografia, já em vigor). E a pergunta era:
- Senhora jovem Ministra, tenho um quadro interactivo na sala de aula & depois?
A jovem Ministra da Educação Inferior recebeu via auricular, uma abébia rápida proveniente do betinho que, na sala, dirigia o instrumental semeado pelo departamento de marketing da empresa ganhadora e disse, triunfalmente:
- Como o senhor jornalista sabe muito bem, vai estar disponível em cada escola, um dossier contendo todos os catálogos da empresa fabricante dos quadros interactivos. Qualquer professor pode, preenchendo a ficha respectiva, levar o dossier para copiar num centro de cópias à sua escolha, repondo em seguida a documentação, no sítio de onde a subtraiu. Senão, lá temos os estafados processos e coisa e tal.

Saímos da conferência de lágrima no canto do olho.
Isto sim… isto é visão de futuro. E andam por aí à solta, alguns palermas, a bramir que é necessário ter uma máquina de pensar e produzir conteúdos, que é preciso preparar e actualizar as cabeças dos nossos professores da educação inferior, que precisamos disseminar centros de apoio a estas coisas dos quadros interactivos por Chaves, Arronches, Castro Marim, Piornos eu sei lá que mais há na geografia de Portugal.
Claro, intelectualoides de plástico como Diane Oblinger ou a Gilly Salmon, para só referir mulheres que se sentem ensombradas com a clarividência da Professora Lurdes e do Especialista Walter, vão zurrar que este Plano Tecnológico é um tigre de papel (em especial papel de factura e recibo), mas digam-me lá, digam-me lá, para que precisamos nós de coisas trágico-cómicas como propõem algumas vozes de burro:

Organizar isto por camadas
1.ª camada - a da observação, em que os miúdos exploram exaustivamente os módulos de aprendizagem que estão disponíveis (imagino, que aos milhares…);
2.ª camada - a da participação, através da qual a miudagem se envolve em simulações e cenários ‘online’ plenos de interactividade, praticando o célebre «aprender fazendo»;
3.ª camada - a da colaboração, promovendo interacções entre uns e outros, e (estava a esquecer-me) com muitos, mesmo muitos professores.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Há qualquer coisa surrealista no amanhecer das praias Cais-de-Sodré/Cascais



Passado que foi o meu primeiro período de trabalho, bebido que está o primeiro meio litro de café, das 06:50 às 11:45 (perdoar-me-ão os surfistas da Web, mas isto tb faz parte do meu diário), fui dar uma volta pelos jornais do imenso Portugal.
Mal abro o Público, dou de caras com um anuncio de primeira página – que devia ser bem pago – glorificando planos e intenções da jovem Ministra da Educação Inferior.
Vou repetir aqui, não porque seja pago à linha, mas para memória futura.
«Ministra apresenta hoje o Plano Tecnológico da Educação
23.07.2007 - 09h31 .........
Dotar cada sala de aula com um computador, uma impressora e um projector é um dos objectivos do Plano Tecnológico da Educação, um investimento que ultrapassa os 400 milhões de euros e que é hoje apresentado pelo Governo.
"A concretização deste plano tecnológico vai fazer-se sentir da portaria à sala de aula, envolvendo toda a escola", afirmou à Lusa fonte oficial do Ministério da Educação (ME). De acordo com a mesma fonte, a partir do próximo ano lectivo começará ainda a ser instalado um quadro interactivo por cada três salas de aula e generalizados o cartão electrónico do aluno e os sistemas de alarme e videovigilância.
"A escola como plataforma de acesso às tecnologias de informação", resumiu fonte do ME. De acordo com a tutela, o Plano Tecnológico da Educação representa um investimento superior a 400 milhões de euros, com fundos comunitários e públicos.»

E eu, burro velho, pasmo das unhas dos pés até às meninges:
Oh! jovem ministra, a senhora discutiu isto com que especialistas?
Oh! jovem ministra, a senhora vai fazer o quê, com as máquinas, a banda larga, os rácios & etc?
Oh! jovem ministra, então e os milhares de professores a quem a senhora dá este presente envenenado, ficam a navegar em que contexto? Quem os orienta? Quem os ajuda? Que objectivos? Que controlo?

Meu Deus, tu que gostas tanto dos Portugueses que lhes dás Governantes assim, por favor, arranja-lhes uns livros para ler, faz com que os miúdos saibam contar, ler, escrever, desenhar, dançar, cantar e já agora...
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Não te esqueças de fiscalizar os fluxos financeiros destas contas todas. Olha que isto é muito dinheiro à vela!!!